Arquivo mensal: agosto 2010

The Budos Band

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The Budos Band– uma banda de Nova Iorque, composta pos 12 músicos que fazem um som muito doido, misturando jazz, afrobeat, soul, groove (…) com inflências nítidas de Fela Kuti e Mulatu Astatke. Trazemos aqui 2 álbuns – The Budos Band II (2007) e The Budos Band III (2010), lembrando que já foi postado aqui um álbum de 2005, com o link já atualizado.

The Budos Band III (2010)

1. Rite of the Ancients
2. Black Venom
3. River Serpentine
4. Unbroken, Unshaven
5. Nature’s Wrath
6. Golden Dunes
7. Budos Dirge
8. Raja Haje
9. Crimson Skies
10. Mark of the Unnamed
11. Reppirt Yad

Download: Clique Aqui

The Budos Band II (2007)

1.Chicago Falcon
2.Budos Rising
3.Ride or Die
4.Mas o Menos
5.Adeniji
6.King Cobra
7.His Girl
8.Origin of Man
9.Scorpion
10.Deep in the Sand
11.The Proposition

Download: Clique Aqui

Link Atualizado: Álbum – The Budos Band (2005)

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o humilde herdou

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o humilde herdou

se eu sofro assim diante dessa
máquina de escrever
pense em como eu me sentiria
entre os colheredores
de alface em Salinas?

penso nos homens
que conheci nas
fábricas
sem qualquer chance de
escapar –
sufocados enquanto vivem
sofocados enquanto riem
de Bob Hope ou Lucille
Ball enquanto
2 ou 3 crianças jogam
bolas de tenis contra
as paredes.

alguns suicídios jamais são
registrados.

(Charles Bukowski)

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boletim do tempo
suponho que esteja chovendo em alguma cidade espanhola
neste momento
enquanto me sinto mal
desse jeito;
gosto de pensar nisso
agora.
vamos a um vilarejo mexicano –
isso soa bem:
um vilarejo mexicano
enquanto me sinto mal
deste jeito
as paredes amareladas pelo tempo –
aquela chuva
lá fora,
um porco se movendo em seu chiqueiro à noite
incomodado pela chuva,
os olhos diminutos como pontas de cigarro,
e seu maldito rabo:
pode vê-lo?
não consigo imaginar as pessoas.
talvez elas também estejam se sentindo mal,
quase tão mal quanto eu.
pergunto-me o que elas fazem quando se sentem
assim?
provavelmente não o mencionam.
dizem apenas,
“veja, está chovendo”.
Assim é melhor mesmo.
(Charles Bukowski)

Buzzin´ About (2008) – The Apples

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01 – Stack It Up!
02 – Run This Town
03 – Debil’s Dream
04 – The Bell Step
05 – Run Shai Ran
06 – Lou-E-Zee-YANAA
07 – Kol Hayom Bahalal
08 – Number Two
09 – Up-Skirt
10 – Yablaki
11 – Buzzin’ About
12 – Killing

Aproveitando o post anterior, está aí novamente a banda israelense The Apples, dessa vez com um disco de 2008 – Buzzin´ About – muito bom por sinal e que é mais conhecido por ter uma versão de Killing in the name do Rage Against. As demais músicas não deixam nada a desejar, podem conferir…

Download: Clique Aqui

Killing:

Kings (2010) – The Apples

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1 – Howlin’ With Fred
2 – In The Air
3 – All Right, All Right
4 – Kings
5 – Batash (Alwoojdi)
6 – Ani, Ata Vehoo
7 – Walking To The Palace

“Kings” é o último lançamento da banda israelense The Apples (são nove músicos incluindo 2 dj’s que fazem uma sonzera). Este disco mistura, entre outras coisas, funk, música africana, oriental (por aí) e ainda conta com a participação ilustre de dois mestres: Fred Wesley, trombonista e arranjador, parceiro de James Brown e integrande do JB’s e Parliament-Funkadelic e Shlomo Bar, vocalista e percussionista israelense considerado um dos pioneiros da música étnica de Israel. Vale a pena conferir, os ouvidos agradecem!

Download: Clique Aqui

Para conhecer a banda:

Jam session: The Apples + Fred Wesley

Links atualizados…

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Segue a lista dos posts antigos que tiveram seus links atualizados (na medida dos possível continuaremos atualizando os demais posts):

Calavera (2010) – Guizado

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01 – Amplidão
02 – Asfalto Quente
03 – Girando
04 – A Emanação dos Sonhos
05 – Mais Além
06 – Role Beleza
07 – O Marisco
08 – Skate Phaser
09 – Calavera
10 – Vendaval
11 – Wow

Release Myspace:

Toda a aura festiva e o colorido que envolve a celebração mexicana de seus antepassados permeia o novo álbum de Guizado, não por acaso, batizado de Calavera – caveira em espanhol. Num plano imaginário, o que se propõe é preencher as ruas da cidade com música e sonho, a fim de redefinir o cotidiano. Nesse sentido, o trompetista, que lança seu segundo trabalho em estúdio, exalta a cidade e a teia de relações que a ela imprime sentido.
Musicalmente falando, Calavera continua exposto às mesmas influencias e conceitos do trabalho anterior (Punx), ou seja, aquilo que define a identidade do Guizado: o rock que se apropria de recursos da música eletrônica e da liberdade de improvisação do Jazz. Então, a diferença entre os dois registros sonoros está no tempo dedicado a cada obra. No segundo disco, gravado nos estúdios da Trama, Guilherme conta que pode imprimir mais informações que aos poucos foi descobrindo, relembrando e pesquisando. “No primeiro álbum, o desafio foi reproduzir em estúdio a energia de apresentações ao vivo”.
As faixas de Calavera são compostas de arranjos que passeiam por diversas fontes. Guilherme buscou estruturas melódicas orientais dos Bálcãs do leste europeu, dos Mouros e dos hispânicos. O hip-hop, o tecnobrega e, claro, o rock estão presentes. Arranjos orquestrais de Henri Mancini, Herb Albert e Tihuana Brass também foram referencias. Contudo, o principal traço de diferença deste trabalho é, sem dúvida, a voz. A cena alternativa paulistana conheceu o Guizado através do trompete, sem incursões vocais; apenas texturas e colagens davam colorido ao som. Agora, a voz chega como um instrumento a mais no grupo. “Tivemos o cuidado de tratar a voz de diversas maneiras, usando muitos efeitos e sobreposições para criar climas e atmosferas onde a voz ficasse quase que como uma névoa em meio à massa sonora instrumental”.
As faixas “Skatephaser” e “Girando” contam com Céu e Karina Buhr, respectivamente. “Emanação dos sonhos” é uma composição em parceria com Maurício Takara e ao engenheiro de som Bernardo Pacheco foi dada a co-produção das faixas “Calavera” e “Girando”. Isso porque a tecnologia presente no estúdio foi tratada com uma ferramenta a mais no processo de criação.
Calavera começou de forma singular. O trompetista passava tardes sozinho, elaborando as bases eletrônicas, samples, gravando sintetizadores e editando tudo para depois, dar forma, ainda que embrionária, às músicas. O passo seguinte foi gravar os instrumentos. Muitas músicas acabaram nascendo durante o processo de gravação.
O resultado celebra a vida e a criação, tanto nas letras como nos arranjos instrumentais de todo o disco. “O ritmo forte das batidas nos acorda para a realidade do dia a dia, o pé no chão que é preciso para se manter em sintonia com a vida que pulsa e nos cobra atitudes”

A Trama disponibiliza gratuitamente seus atuais lançamentos. Você pode fazer o download por lá e ajudar nesse projeto inovador da gravadora, conseguindo patrocínios para o artista e gerando uma renda pra manutenção de seu trabalho.

Download (Trama Virtual) : Clique aqui

Calavera:

Wow: