Arquivo da categoria: Surf Rock

Boom! (2011) – Boom Project Band

Padrão

Capa

1. Intro B
2. Boom!
3. Reloginho Safado
4. O Último Trago de Schulz
5. Lobo na Água
6. Purgatório
7. Coisas
8. Indiferente, Groove
9. Dedo Cortado

Boom! é o primeiro (e até agora único) disco da banda paulistana Booom Project Band, formada em 2010 por Chico Leibholz (bateria), Rodrigo Fonseca (baixo), André Zaccarelii (guitarra) e Rosana Oliveira (trompete), e que possui como ideia sonora misturar diferente trilhas instrumentais do funk e da surf music, recebendo carinhosamente pela banda a alcunha de “Surfunk”. Esse sincretismo é notado principalmente pela junção de um baixo funkeado com linhas de guitarra da surf music e do rock setentista.

Além dos dois principais ritmos que conduzem a sonoridade da banda, outros se mostram nas composições de Boom!, como por exemplo na faixa O Último Trago de Schulz, onde a guitarra antes do tema surf que conduz a música como um todo, discorre com competência em melodias simnpatizantes com o jazz africano e ritmos latinos como o bolero. Esse sincretismo sonoro da Boom Project Band é certeiro, principalmente relativo à surf music, ritmo mais ortodoxo e menos passível de mistura, e que na sonoridade da banda é desconstruído e remexido por ritmos mais suingados.

Para ouvir Boom!, clique aqui!

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The Almighty Devildogs (2011) – The Almighty Devildogs

Padrão

cover1. Plano 9
2. Entre o Céu e o Inferno
3. Corre
4. Die, Bitch!
5. Agente Zero
6. Wesley Doods
7. AK47
8. Sem Sentido Pra Mim
9. Hazel
10. Modo Foda-se (ao vivo em Bauru)
11. Mephisto (demo)

Depois de um período sem postar nada, forçado por acúmulo de outros trampos, voltamos à ativa com uma pedrada “surf metal” brasuca. A banda The Almighty Devildogs é cria do interior de São Paulo, mais precisamente do noroeste paulista, da cidade de Bauru. Formada em 2003, quando gravou uma demo “The Subssessions”, logo em seguida ficou 4 anos “dando um tempo”,  retomando as atividades com todo gás em 2008. Dois anos depois, lança seu primeiro disco homônimo e inicia um série de shows pelo Brasil, fincando seu nome na música instrumental brasileira

O som do Almighty é porrada na cara! Genuinamente surf music, a música do caras vai além das baladinhas muito comuns ao gênero, misturando-o ao heavy metal. Os riffs marcantes da surf music ganham um peso maior de baixo e bateria, fazendo dialogar Dick Dale com Zé do Caixão Ramones. A banda é formada por Vinicius (guitarra), Montinho (bateria), Gustavo (guitarra) e Mel (baixo) e atualmente trabalham na produção do novo disco, que em breve deve pintar por aí.
Pra ouvir o disco, clique aqui!

Eagle’s Nest, Devil’s Cave (2009) – Skeletonbreath

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skeletonbreath

01. Dick Tracy
02. Dylan Fischer
03. Machinists
04. Taxidermist Convention
05. Llarimo
06. Skeletonbreath
07. The Combustible Man
08. Texarcana
09. Caveman
10. Silk City

E se o primeiro álbum era bárbaro, o segundo não deixa nada a desejar. Como havíamos comentado este trabalho estava prestes a sair a época em que subimos o primeiro álbum. Finalmente em nossas mãos, oferecido aqui para vocês. E atentem que não está em muitos lugares fáceis por aí, então aproveitem!

Download: Clique aqui

Louise (2006) – Skeletonbreath

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Skeletonbreath -  Louise - 2006
01. Surf Music Pt.1
02. Do The Lazy Rabbit
03. Fever Dream Waltz
04. Harvestmen
05. Plastic Motor Fight
06. Circus Train
07. Louise
08. The Mausoleam
09. Ashtabula

Um dos poucos álbuns instrumentais em que qualquer primeira audição basta para se sentir acachapado é Louise, do Skeletonbreath. Neste debut a banda estado-unidense saída do Brooklyn em New York apresenta uma sonoridade por vezes diferente e inusitada, mas ainda muito acessível a qualquer público. Pertíssimos de lançar um segundo álbum, é mandatório conhecer tão logo quanto possível este material.

Skeletonbreath nada mais é que um trio, com o baixo elétrico de Andrew Platt e a bateria e percussão de Crockett Doob atravessando variações de estilo e ritmo a cada faixa , enquanto Robert Pycior vem com um violino elétrico que toma a frente no papel que seria normalmente de um vocalista.

Com um violinista de formação clássica, é tendencioso apontar esta dialética entre o instrumento erudito, ainda que elétrico, com a base dos instrumentos do rock para o Folk ou o Gypsy. Contudo, sua sonoridade se aproxima do Surf Rock, ao mesmo tempo em que atinge fortemente uma vertente ou outra do Progressivo, mesmo o já generalista Post-Rock.

Para alguns, há um certo lado sombrio em sua sonoridade, muito embora a própria amargura e desespero ali presentes possam ser belos. Esta é a mescla entre a rítmica assustadora e a melodia melancólica que os fazem impressionantes.

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