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Montreux Jazz Festival (1979) – Hermeto Pascoal

Padrão

1.Pintando o Sete
2.Forró em Santo André
3.Remelexo
4.Bem Vinda
5.Sax e Aplausos
6.Lagoa da Canoa
7.Fátima
8.Terra Verde
9.Maturi
10.Quebrando Tudo
11.Nilza
12.Forró Brasil
13.Montreux
14.Voltando ao Palco
15.E Adeus

Pela segunda vez no blog, o som de um dos gênios da música brasileira, o alagoano Hermeto Pascoal. Dessa vez, o registro da apresentação no Montreux Jazz Festival em 1979. Som de primeiríssima qualidade, só clicar e ouvir!

 

Para Perdedores (2011) – Areia e Grupo de Música Aberta

Padrão

1.Do início ao fim de tudo
2.Maracatu de baque etéreo
3.Ciranda de três
4.A joia do universo

Mais um belo disco da música instrumental brasileira. Areia, baixista da banda Mundo Livre SA. e diretor musical deste projeto, juntamente com o Grupo de Música Aberta, composto pelo saxofonista e maestro Ivan do Espírito Santo (Orquestra Contemporânea de Olinda), o acordeonista Júlio César (Arabiando) e o baterista Cássio Cunha (Alceu Valença e Duna), gravaram em uma só noite e com todos tocando juntos esses quatro temas, inspirados na poesia popular do Nordeste e na improvisação cíclica e de mote dos cantadores nordestino. Segundo Areia, o novo álbum é também “uma homenagem aos que andam na contramão da sociedade competitiva e entendem que a verdadeira vitória não está em conquistar tudo, pura e simplesmente, destruindo o planeta e as relações humanas no processo”. O que explica o nome Para perdedores. Os nossos ouvidos agradecem, só clicar e ouvir!

As Margens do Rio Doce (2012) – Ska Maria Pastora

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1.Fanfarra Dominicana
2.As Margens do Rio Doce
3.Cabelo de Fogo
4.Skarnaval
5.Bolero do Velho Oeste
6.O destino de Fidel
7.Jardel
8.Elefante de Olinda
9.Uma Night no Iraque
10.Fim de Tarde no Nóbilis
11.O Regresso de Oroska

Das férteis terras de Pernambuco nasceu mais este belo álbum – As Margens do Rio Doce – recém lançado pela turma do Ska Maria Pastora. A banda foi formada em 2008, e como eles próprios disseram, fazem parte de um projeto “idealizado por amigos que tem em comum o gosto pelo ska, reggae e naturalmente o frevo”. E o disco é resultado dessa mistura de rica de ritmos e influências, da música brasileira e música jamaicana. E além do som de alta qualidade, a arte do disco também merece destaque. E o conjunto todo está disponível para download no site da banda. Só clicar aqui e conferir!

 

 

High Noon (2012) – The Funk Ark

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1.Chaga
2.Road To Coba
3.Hey Mamajo
4.Rinconcito
5.High Noon
6.Green Tree, Yellow Sky
7.Funky Southern
8.419
9.El Rancho Motel
10.Wayward Bill

Conforme prometido, esta aí o segundo e mais recente disco da banda norte americana The Funk Ark. Groove de primeira, misturando jazz, funk, afro-beat, música latina e, dessa vez, com um pouco mais de elementos eletrônicos. E como o primeiro disco, este também é uma petardo pros ouvidos. Muito bom! Só clicar e ouvir!

From the Rooftops (2011) – The Funk Ark

Padrão

1.A Blade Won’t Cut Another Blade
2.Diaspora
3.Funky DC
4.El Beasto
5.Carretera Libre
6.Horchata
7.Katipo (The Spider)
8.From The Rooftops
9.Pavement
10.Power Struggle

From the Rooftops é o disco de estréia da big band norte americana The Funk ArkA banda é mais uma a trabalhar as afrosonoridades fazendo um som da pesada. Muito groove misturando funk, afro-beat, jazz e música latina. Em menos de um ano após o lançamento desta pedrada, a banda já lançou seu segundo disco que logo logo pinta por aqui. Enquanto isso é só clicar e curtir essa sonzera!

Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (2009)

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1.A Grande Mãe (Entrada)
2.Anunciação
3.Aláfia
4.Floresta Azul
5.Taboão
6.Balendoah (com Ed Motta)
7.Adupé Fafá
8.O Samba Nasceu na Bahia
9.Temporal
10.A Grande Mãe (Saída)

Orkestra Rumpilezz – formada em 2006 pelo maestro, compositor, arranjador e saxofonista baiano Letieres Leite, é composta por 5 percussões e 15 sopros e explora, como diz Letieres, a “música instrumental influenciada pelo camdomblé, os sambas do recôncavo, os toques e levadas das agremiações que ganharam as ruas (como Ilê Ayê, Olodum, Badauê, Filhos de Gandhy), assim como os nossos grandes mestres da música na Bahia, Dorival Caymmi e Gilberto Gil, e o mundo do jazz com seus conceitos…”. Em 2009 Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz lança o disco homônimo e o maestro Letieres Leite, por sua capacidade criativa e qualidade musical, começa a ser comparado ao grande maestro Moacir Santos. Confira aí, vale muito a pena!

Fuego de Cumbia (1966) e Cumbias & Merengues (1967) – Los Malandros

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1.Cinta Amarilla
2.Cartagenera
3.A gozarla
4.Navidad negra
5.Maria chuchena
6.Na cadência de cumbia
7.Cumbia cumbiamba
8.Azucena
9.La cruz
10.Cumbia que te vas de ronda
11.Trinidad
12.La pollera amarilla
13.Color de rosa
14.Cuidad nena
15.Cuchillo de palo
16.Sonido Triste
17.El juramento
18.Em lá manana
19.Fiesta tropical
20.Apambichao
21.There is a mountain
22.Merengue jugueton
23.Puerto Rico
24.El viaje

Temos aqui, de uma vez só, dois discos dos colombianos do grupo Los Malandros, cumbia de primeira: Fuego de Cumbia de 1966 e Cumbias e Merengues de 1967. Raridade. Só clicar e ouvir!

Tezeta (2010) – Woima Collective

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1.Marz
2.Credo
3.Woima
4.Gaaf
5.Puno
6.No Way But Still Walking
7.Cavemans Revenge
8.Wayna
9.The Cave
10.Gidama
11.Illusions
12.Wilder Mann

Após viajar pelo Marrocos, o alemão Johannes Schleiermacher, sax tenor do The Poets Of Rhythm, voltou com inúmeras ideias na cabeça. Reza a lenda que ele voltou desta viagem com vários discos e longas conversas com Mulatu Astatke na bagagem. Depois disso, ele juntou alguns amigos que também apreciam a música africana e formou a banda Woima Collective, nome inspirado em um ritmo tribal da Guiné. “Tezeta” é o resultado desta viagem, som finíssimo! Só clicar e deliciar-se!

Miosótis (2006) – Paulo Martelli plays Zé Henrique Martiniano

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1.É Gol
2.Jauaperi
3.Rio Sampa
4.Oldest Friends
5.Enigma
6.Sob os Faróis
7.Tarde
8.Bagatela
9.Bagatelli
10.Miosótis

Paulo Martelli é um violonista brasileiro nascido em Araraquara, interior de São Paulo, de renome internacional, considerado um dos melhores violonistas de sua geração. Músico eclético, virtuoso, de técnica refinada combinada com muita sensibilidade e senso musical. Além disso o músico é um agitador cultural, é idealizador e curador do projeto Movimento Violão, levando o violão clássico para diversas cidades em concertos gratuitos. Em 2006 ele lança o álbum “Miosótis” com composições de José Henrique Martiniano, seu conterrâneo músico e compositor, em arranjos inéditos e com a participação de João Luis Resende Lopes. Belo som, confira!

Paulo Martelli tocando Bach em seu violão de 11 cordas: 

The Big Beat (1960) – Art Blakey & The Jazz Messengers

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1.The Chess Players
2.Sakeena’s Vision
3.Politely
4.Dat Dere
5.Lester Left Town
6.It’s Only a Paper Moon
7.It’s Only a Paper Moon (alternate take)

“O instrumento mais próximo da alma humana é a bateria, porque se o seu coração não bate você está morto. Se você não andar no ritmo, não consegue andar. Você precisa mastigar sua comida no ritmo. Todas as coisas tem um ritmo próprio”.  Isso foi o que disse um dos maiores bateristas do jazz – Art Blakey –  em entrevista à revista Down Beat, em 1979. E ele tocava com a alma, em performances intensas e com um grande senso de dinâmica, o que lhe permita conduzir os improvisos dos parceiros de forma brilhante.

Em 1955 Blakey comandou a primeira formação dos “mensageiros do jazz”, e durante os 35 anos de atividades do Jazz Messengers, descobriu inúmeros músicos talentos. A banda era quase uma escola, onde o mestre dividia sua experiência com os jovens e exigia, em contrapartida, muita dedicação. “Eu quero caras que têm vontade de aprender. Eu não os escolho pelo modo que tocam. Eu os escolho pela atitude que têm em relação à música”. E ainda dizia aos jovens: “se você que tocar essa música, tem que tocá-la com alma, com intensidade, e toda vez que pegar o instrumento tem que tocá-lo para valer, isto não é brincadeira”.

Neste álbum, The Big Beat, de 1960, que se tornou uma referência do hard bop, Blakey toca com uma galera da pesada: Wayne Shorter (Saxofone), Bobby Timmons (Piano), Lee Morgan (Trompete) e Jymye Merritt (Contrabaixo). Delicie-se com mais essa sonzera! Os ouvidos agradecem, é só clicar aqui!