Arquivo mensal: março 2012

Lançamento “Sambanzo: Etiópia” – Thiago França

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Thiago França, saxofonista que está em todas ultimamente, acaba de lançar um novo trabalho. Trata-se no disco “Sambanzo: Etiópia” Hoje tem lançamento no SESC Pompéia e semana que vem o disco tá por aqui!!

Serviço:

Lançamento do disco “Sambanzo: Etiópia – Thiago França
Local: Choperia SESC Pompeía – Prata da Casa
Quando: 13/03 (terça-feira) às 21hs
Entrada Gratuita

Ouve aí um pouco do Sambanzo!:

O Sino da Igrejinha
Etiópia

Maria Fumaça (1977) – Banda Black Rio

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1.Maria Fumaça
2.Na Baixa do Sapateiro
3.Mr. Funky Samba
4.Caminho da Roça
5.Metalúrgica
6.Baião
7.Casa Forte
8.Leblon Via Vaz Lobo
9.Urubu Malandro
10.Junia

Da cena Black Power no Rio de Janeiro, segunda metade da década de 1970, surgiu a banda Black Rio. Músicos da pesada que fizeram um trabalho musical que não somente era dançante como também misturava os grooves do samba e do funk com a musicalidade do jazz e do soul.  Belos arranjos, metais inflamados misturados ao som da cuíca, pandeiro e tamborim. Sonzera!!!

Em 1999, a banda retomou suas atividades com nova formação, liderada por William Magalhães, filho do falecido membro-fundador Oberdan Magalhães. No vídeo abaixo, a nova formação da banda manda “Mr. Funky Samba” do disco Maria Fumaça.

Na Garagem dos Cães – Mama Gumbo (2011)

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1. Intro
2. Jazz da Fome
3. Eletroroots
4. Fela`s Hotel
5. Pradaxe
6. Paulera no Gueto
7. Cleopatra Jones
8. Flamingo Jazz

Esse é um post que funcionará como um elo. Recentemente postamos por aqui o primeiro disco da banda instrumental paulistana Mama Gumbo, uma das precurssoras da nova música instrumental brasileira e que já está há quase 10 anos na estrada. Esse é o último disco lançado pelos caras, e escolhemos ele pra esse post, pois o Mama anuncio por esses dias que está prestes a lançar seu próximo álbum, denominado “Ytcha“. Pra prepararmos os ouvidos pra essa pedra que está prestes a cair em nosso colo, está aqui o “Na Garagem dos Cães“.

Lançado em 2011, o quarto disco do grupo foi gravado em parceria e ao vivo no coletivo Sinfonia dos Cães, no bairro Japão, zona norte de São Paulo. Foi produzido por Sérgio Basseti e a arte da capa é de João Paulo. O diálogo lisérgico entre jazz, funk, afrobeat, música brasileira e latina está presente, numa mistura de músicas de álbuns anteriores, com as que estarão no próximo disco. Somzera!!

Os músicos do disco são: Alex Cruz – piano, orgão e sintetizador, Luis Jesus – baixo, baixo fuzz e baixo slide, Marcio Bononi – percussão, Ricardo Mingardi – bateria e Rodrigo Olivério – flauta, sax e efeitos.
Preparemo-nos para o “Ytcha” que em breve estará por aqui com exclusividade e estreando novas idéias para o blogue!

Joey & Johnny (2010) – The DeFrancesco Brothers

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1.Take That Off
2.Drill Motor
3.Get High Tonight
4.The Slow Blues
5.The Latin
6.Red Van Ride
7.Riggies
8.What Oh

Este é o primeiro projeto da dupla de irmãos (estadunidenses da Filadélfia) Joey DeFrancesco (orgão) e Johnny DeFranceso (guitarra) que juntos com o baterista Glenn Ferracone fazem um som inflamado, um groove pesado. Esse disco viaja pelo jazz, blues, samba, funk, musica latina. Na faixa 3, tem uma frase que se repete no início e final da música, e é bem o espírito do disco: drink a little wine, play a little groove and get high tonight ! Sonzera!!!

The Magic of Juju (1967) – Archie Sheep

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1. The Magic of Juju
2.  You’re What This Is Day Is All Aboute
3.  Shazam
4.  Sorry ‘bout Tath

The Magic of Juju do saxofonista norte-americano Archie Sheep expanta a partir do play que você dá. São quase 20 minutos de linhas fodidas de avante-garde, estilo de jazz onde o mais conhecido representante é John Coltrane e música africana, tocadas na primeira faixa por instrumentos percurssivos. Essa é a música atingida pelo saxofonista. A música de Sheep tornou-se esse sincretismo devido à sua proximidade com os movimentos de emancipação negra ocorridas nas décadas de 50, 60 e 70 nos Estados Unidos, leituras de Malcolm X, suas raízes africanas e o próprio rumo que o jazz estava tomando no período, de se misturar com diversos ritmos mundias, principalmente africanos e  orientais, vide Yussef Lateef, Fela Kuti, Mulatu Astakte e o próprio John Coltrane.

Com uma discografia extensa, a partir da década de 70 experimentou outros ritmos como blues, gravou alguns especiais de outros artistas e trabalhou como professor da “University of Massachusetts – Amherst”. As matérias que lecionava eram sobre a música afro-americana e também teatro. Antes de se dedicar integralmente à música, o saxofonista ingressou na faculdade de teatro, porém sem terminá-la. Depois da desistência começou a trabalhar para a Impulse Records e daí iniciou suas parcerias e aproximação com o universo do jazz, tendo particpando das gravações do álbum A Love Supreme, pepita de  Coltrane, lançado no ano de 1964.
Discaço!